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Job 31
Portuguese OL 2017 (O Livro)
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1
Eis que fiz um pacto com os meus olhos de não os fixar com luxúria numa rapariga.
2
Senão, que poderia esperar lá de cima, de Deus, e que herança do Todo-Poderoso, lá das alturas?
3
Não manda ele a desgraça ao perverso, a calamidade aos que fazem o mal?
4
Ele vê tudo o que faço, cada passo que dou.
5
Se eu tivesse mentido e defraudado alguém,
6
mas Deus pesa-me em balanças fiéis e sabe que sou íntegro!
7
Se eu me afastei do caminho de Deus, se, no íntimo, cobicei aquilo que os olhos viam, se sou culpado de qualquer outro pecado,
8
então que os outros ceifem aquilo que eu semeei, que tudo o que plantei seja arrancado de raiz!
9
Se o meu coração se deixou apaixonar por outra mulher, ou se fiquei à espreita na porta do meu próximo,
10
então que a minha mulher moa cereal para outro homem e que outros disponham dela à sua vontade.
11
Pois teria cometido um mal que merece castigo.
12
Seria como um fogo devastador, que consumiria toda a minha colheita.
13
Se alguma vez tivesse sido injusto para o meu criado, ou para a minha criada, quando tiveram questões contra mim,
14
que teria eu a responder se Deus quisesse interrogar-me sobre isso?
15
Pois foi Deus quem me criou, tanto a mim, como aos meus trabalhadores, fez-nos a todos.
16
Se alguma vez prejudiquei os pobres ou fiz chorar viúvas,
17
ou se tenho saboreado sozinho o meu alimento, recusei dá-lo ao órfão com fome,
18
aliás, na minha casa, sempre se cuidou bem dos órfãos, tratando-os como nossos próprios filhos, e desde a infância aprendi que a viúva deve ser amparada.
19
Ou se alguma vez vi alguém tremendo de frio e não o agasalhei com roupa,
20
e porque não o aqueci com a lã dos meus cordeiros não fui abençoado,
21
se levantei a mão contra um órfão, valendo-me da influência que exerço no tribunal,
22
se fiz alguma destas coisas, então que o meu braço se rasgue do ombro, e se rompa da articulação.
23
Tenho muito medo do castigo de Deus; sim, receio isso mais do que qualquer outra coisa! Porque se tiver de enfrentar a majestade de Deus, que esperança me resta?
24
Se alguma vez coloquei a minha confiança no ouro,
25
se a minha felicidade se baseou unicamente na riqueza,
26
se olhei para o Sol, a brilhar no firmamento, ou para a Lua, deslocando-se no céu, no seu caminho de esplendor,
27
e deixei que o coração ficasse intimamente enfeitiçado, pondo-me a adorar esses astros e a beijar a minha mão perante eles,
28
que seja igualmente castigado pelos juízes, como deve ser. Pois que, se fiz alguma dessas coisas, isso quereria dizer que reneguei o Deus dos céus.
29
Se me alegrei com a desgraça de um inimigo,
30
na verdade, nunca amaldiçoei ninguém nem sobre ninguém reclamei vingança.
31
Se algum dos meus empregados foi mandado embora, com fome, a realidade é que nunca fechei a porta a ninguém,
32
nem sequer ao estrangeiro, pelo contrário, a minha casa estava aberta a toda a gente.
33
Se, como Adão, tentei encobrir as minhas faltas, com receio daquilo que o povo poderia dizer,
34
se, com medo de afrontas, recusei reconhecer as minhas culpas e não procurei intervir a favor de outros,
35
quem me dera que alguém me ouvisse e tentasse dar atenção aos meus argumentos! Vejam: eu próprio assino a minha defesa; peço que o Todo-Poderoso me mostre em que é que errei, apoiando as acusações que os meus inimigos me fazem.
36
Haveria de guardar o processo desse julgamento como uma coroa!
37
Dir-lhe-ia exatamente aquilo que fiz e porque o fiz, apresentando-lhe a minha defesa como a alguém que tem, verdadeiramente, competência para me ouvir.
38
Ou se a minha terra me acusa de ter roubado o fruto que ela produz,
39
se tirei a vida a alguém para poder ficar com as suas propriedades,
40
então que cresçam ali cardos, em vez de trigo, e joio, em lugar de cevada.” Fim das palavras de Job.
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