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Mark 6
Portuguese OL 2017 (O Livro)
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1
Logo depois disto, Jesus saiu daquela parte do país e voltou com os discípulos para a sua terra.
2
No sábado seguinte, foi à sinagoga e começou a ensinar. Ao ouvirem-no, muitos ficaram admirados com a sua sabedoria e milagres. E diziam: “De onde lhe veio toda esta sabedoria? Como pode realizar tais milagres com as próprias mãos?
3
Não é ele o carpinteiro, filho de Maria? Não é irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E as suas irmãs não moram aqui mesmo, nesta localidade?” E estavam escandalizados com ele.
4
Então Jesus disse-lhes: “Um profeta é honrado em qualquer lugar menos na sua terra, entre o seus parentes e no meio da própria casa.”
5
Por não acreditarem nele, Jesus não pôde fazer ali nenhum grande milagre, a não ser colocar as mãos sobre alguns doentes e curá-los.
6
Jesus estava admirado por causa da falta de fé deles. E andava pelas aldeias em redor a ensinar.
7
Chamou os doze discípulos, começou a enviá-los dois a dois e deu-lhes autoridade sobre os espíritos impuros.
8
Disse-lhes: “Nada levem convosco a não ser o bordão; nem comida, nem saco de viagem, nem dinheiro de cobre à cintura;
9
sandálias, só as que tiverem nos pés, e nem mesmo uma muda de roupa.”
10
E acrescentou: “Sempre que entrarem numa casa, fiquem nela até à vossa partida.
11
Se uma qualquer localidade não vos receber nem ouvir, sacudam a poeira dos vossos pés, quando saírem, como testemunho de que abandonaram essa terra à sua própria sorte.”
12
Então os discípulos partiram, incitando todos os que encontravam a abandonarem o pecado.
13
Expulsaram muitos demónios e curaram muitos doentes, ungindo-os com azeite.
14
Não tardou que o rei Herodes ouvisse falar de Jesus, cujos milagres eram contados com espanto em toda a parte. Algumas pessoas declaravam que era João Batista que tinha voltado à vida. Por isso, diziam: “Não admira que possa fazer tais milagres!”
15
Havia gente também que pensava que Jesus fosse Elias; outros, ainda, afirmavam que era um novo profeta igual aos do passado.
16
Herodes, ao tomar conhecimento destes factos, disse: “Não! É João, a quem degolei. Ressuscitou dentre os mortos!”
17
Porque Herodes mandara soldados meter João no cárcere, por andar sempre a dizer que não estava certo este casar-se com Herodíade, mulher de Filipe, irmão do próprio rei. Para se vingar, Herodíade queria que João fosse morto; mas sem a aprovação de Herodes nada podia fazer.
20
Porque Herodes respeitava João, sabendo que era um homem justo e santo e protegia-o. Sempre que falava com João, Herodes ficava preocupado, mas gostava de ouvi-lo.
21
Até que, por fim, chegou a oportunidade que Herodíade esperava. Herodes fazia anos e dera uma festa para a gente do palácio, para os oficiais do exército e para as pessoas importantes da Galileia.
22
A certa altura, entrou a filha de Herodíade que dançou na presença dos convidados e agradou a todos.
23
“Pede-me o que quiseres”, prometeu o rei, “que eu dou-te nem que seja metade do meu reino.”
24
Ouvindo isto, ela saiu para se aconselhar junto da mãe, que lhe disse: “Pede-lhe a cabeça de João Batista!”
25
Então voltou à presença do rei: “Dá-me a cabeça de João Batista numa bandeja!”
26
O rei ficou muito triste com o pedido, mas teve vergonha de quebrar o juramento diante dos convidados.
27
Mandou então um membro da sua guarda pessoal à prisão cortar a cabeça de João e trazê-la. O soldado matou João no cárcere
28
e trouxe a sua cabeça numa bandeja, entregando-a à jovem, que a levou à mãe.
29
Quando os discípulos de João souberam o que tinha acontecido, foram buscar o corpo e sepultaram-no num túmulo.
30
Por fim, os apóstolos voltaram da sua viagem. Foram ter com Jesus e contaram-lhe tudo o que tinham feito e como tinham falado às populações visitadas.
31
Jesus disse-lhes: “Saiamos por um pouco do meio do povo para descansar.” Pois era tanta a gente que ia e vinha que mal tinham tempo para comer.
32
E saíram de barco para um sítio mais sossegado.
33
Contudo, muitos aperceberam-se disso e, correndo pela praia, foram esperá-los no ponto de desembarque.
34
Quando Jesus saiu do barco, já lá se encontrava uma enorme multidão; teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor e ensinou-lhes muitas coisas que precisavam de saber.
35
Como a hora já fosse bastante avançada, os discípulos foram ter com Jesus e disseram:
36
“Este lugar é deserto e a hora já vai avançada. Manda o povo retirar-se, para ir às aldeias e campos dos arredores comprar alguma coisa para comer.”
37
Jesus respondeu: “Deem-lhes vocês de comer.” Responderam: “Como? Seria preciso duzentas moedas de prata para comprar comida para tanta gente!”
38
“Quanta comida temos? Vão ver.” Eles voltaram, dizendo que havia cinco pães e dois peixes.
39
Então Jesus disse à multidão que se sentasse. E sentaram-se, na erva verde,
40
em grupos de cinquenta ou cem.
41
E tomando os cinco pães e os dois peixes, Jesus ergueu os olhos para o céu e abençoou-os. Depois, partiu os pães em pedaços e deu-os aos discípulos, para que os oferecessem ao povo. E distribuiu também os dois peixes entre todos.
42
Todos comeram até ficarem satisfeitos.
43
E quando os sobejos foram recolhidos, as sobras dos peixes enchiam doze cestos.
44
O número de homens que comeu foi de 5000.
45
Logo a seguir, Jesus mandou os discípulos voltar para o barco e partir à sua frente, atravessando o lago até Betsaida, enquanto ele tratava de mandar a multidão embora.
46
Depois disto, Jesus subiu à montanha para orar.
47
Caiu a noite, o barco já estava no meio do lago e ele ainda se encontrava sozinho em terra.
48
Jesus viu que remavam com dificuldades, pois o vento soprava em sentido contrário. Por volta das quatro horas da madrugada, foi ter com eles, a caminhar sobre a água, e ia passar-lhes adiante.
49
Ao verem-no caminhar sobre a água, gritaram de terror, pensando que fosse um fantasma.
50
Todos o viam e ficaram inquietos. Imediatamente ele lhes disse: “Está tudo bem, sou eu, não tenham medo!”
51
Então subiu para o barco e o vento cessou. Os discípulos ficaram ali sentados, de boca aberta, sem compreender o que se passara.
52
Porque ainda não tinham percebido quem Jesus realmente era, nem mesmo depois do milagre da tarde anterior. Os seus corações estavam endurecidos.
53
Quando chegaram a Genezaré, do outro lado do lago, amarraram o barco.
54
Mal desembarcaram, os habitantes reconheceram-no logo.
55
Percorriam toda a região, começando a trazer-lhe os doentes em esteiras e padiolas.
56
Aonde quer que fosse, aldeias, cidades e campo, punham os doentes nas praças e ruas, pedindo que os deixasse ao menos tocar na borda da sua roupa. E todos os que lhe tocavam ficavam curados.
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